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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Em tudo isso, perdeu-se um (grande) humanista!




“Isto não está bom, mas já esteve muito pior. Portanto, pedia-lhes que lutassem pela mudança das coisas no seu país. Este país merece o contributo de todos e precisamos de gente de qualidade, independentemente de raças e credos”, Kon Nam (1939 – 2012).

Na vida existem inúmeras maneiras de falar de uma realidade. A recordação podia ser uma forma ideal. Mas, neste caso, não se mostra adequada. Pelo menos em relação ao célebre fotógrafo moçambicano. Kok Nam não encontrou a morte como, de forma melancólica, os factos nos pretendem convencer. Nam existe e está vivo nos corações de cada um de nós, os seus amigos, alunos, filhos, admiradores. Através das suas obras comunica-se connosco. Diz-nos palavras.